Momentos que Marcam uma Vida!


João Santana Lôbo com seus filhos Eurênio e Marcelo, na festa em sua Homenagem no Centro de Cultura Negra no Laguinho.


Eurênio e Claudete, participam do momento cultural na Festa de 66 anos do Bairro do Laguinho, felizes em participar desse momento ímpar de Homenagem.


Marcelo e Edilena também participam da Festa de Homenagem aos moradores do Bairro do Laguinho!




FILHOS HOMENAGEIAM PAI EM ANIVERSÁRIO DO LAGUINHO


João Santana Lôbo com seus netos Bruna, Kayo e Victoria na festa de 66 anos de Laguinho

Coordenadoras do Evento também Homenageiam seu Lôbo!

LAGUINHO 66 ANOS DE CULTURA NO ESTADO DO AMAPÁ

FESTA DO TAMBOR 66 ANOS DE TRADIÇÃO!

Os 66 anos de Laguinho é comemorado com seus ilustres moradores, que sempre contribuíram para o crescimento do bairro. Profissionais que fortaleceram a cultura do bairro do Laguinho. 
hoje se sentem felizes por serem homenageados enquanto vidas tem! Uma Festa simples de pessoas que fomentam a Cultura dentro de um bairro, familias formadas de descendentes de escravos, que no inicio do ano de 1945 moravam nas imediações da construção da Fortaleza!
O Aniversário do bairro do Laguinho festeja com antigos professores que muito contribuíram para o crescimento do Estado do Amapá, como também a primeira miss do ex-território "Madalena", entre outros ilustres moradores. A alegria foi contagiada com a participação do Marabaixo do Laguinho que é pura Tradição no bairro e no estado.

                              


SIM, NÓS PODEMOS!

 Não conheci Osama Bin Laden
Nunca peguei na mão desse homem
Também não conheci as vítimas de 11 de setembro
Sequer sei seus nomes

Mas, sim
Nós podemos ser monstros ferozes
Nós podemos ser os algozes

Não comi junto com Osama
Não compartilhei sua cama
Também já não choro mais as torres caindo
E seus dramas

Sim, nós podemos
Matar a sangue frio
Fingir que nem viu

Sim, nós podemos oferecer
A cabeça de Osama
O aperto de mão de Obama

Sim, nós podemos oferecer
Uma rima pobre, seca, arrogante

Não conheço Obama
Não sou parente de Osama

Mas, sim, nós podemos ser terroristas
E assustar o mundo
Com nossos gestos egoístas...
por Carla Nobre, domingo, 15 de maio de 2011 às 15:05

NÃO HÁ PLACAS PAR QUEM EU ADMIRO!‏

Façamos uma Reflexão!

CARÍSSIMOS, CARÍSSIMAS:

compartilho meu texto do dia das mães



 NÃO HÁ PLACAS PARA QUEM EU ADMIRO!

Foi noticia essa semana a entrega, por parte da Assembléia Legislativa, de uma placa de bronze para um senador que dizem muito importante para o Amapá. Não pude deixar de me fazer algumas perguntas simples em torno da tal placa: Quem pagou? Esse tipo de homenagem está prevista nas atribuições de um deputado estadual? Quem decide sobre os homenageados?
Fico pensando nisso e na capacidade de nossos “representantes” em violar nossos sonhos e desejos. Fico pensando que hoje é dia das mães e dia do artista, mas não há cerimônias na AL, para entrega de placas de bronze.
Não há placas nem para as mães que criam seus filhos nas ressacas invadidas, onde não se tem dignidade para viver; nem para os artistas que, como o poeta Herbert Emanuel estão na sua luta diária e no dia 12 agora ele lança mais um livro, produzido com o apoio do Rio Grande do Sul...
Não há placas nem para as mães que sustentam seus filhos com um mísero salário mínimo; nem para os artistas que nos impressionam e nos alegram com seus talentos, como na peça Cordel do amor sem fim, exibida no Aldeia do Sesc e que meu filho fez questão de rever por ter gostado do texto...
Não há placas nem para as mães que veem seus filhos e filhas com câncer e não tem condições de comprar seus medicamentos; nem para os artistas que lutam para levar poesia ao Amapá, como o Abeporá das Palavras, o Boca da noite, o Tatamirô e tantos outros...
Não há placas nem para as mães que hoje não puderam escolher o que e onde almoçar, nem para os artistas que como a Barbara Castro vão Brasil afora e representam o Amapá muito bem, inclusive sendo premiada em edital pelo MINC e trazendo para o Amapá seu projeto...
Não há placas nem para as mães; nem para os artistas...
Inclusive não há placas para um rapazinho-senhor que muito admiro, chamado professor Antonio Munhoz Lopes, que deixa sempre nosso coração amapaense aquecido com alegria, poesia e juventude.
Não há placas para quem realmente a gente admira. E quem dera placas de bronze causassem um grande impacto em quem as doa, como o que causou a introdução do bronze, que surtiu tal efeito no mundo, sendo mesmo considerado o marco definitivo para o fim da Idade da Pedra. Para alguns diga-se de passagem...




SAUDAÇÕES LITERÁRIAS E TUCUJU


CARLA NOBRE
www.carlapoesia.recantodasletras.com.br

... TRISTEZA E PÉ NO CHÃO!